Milton Souza, Mágico
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Milton Souza

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Milton Souza, Mágico
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Comentário · há 5 meses
A questão de licitude, hoje é apenas de "moral e cívica", porque ainda é licito defender um ladrão do erário ou mesmo traficante, neste caso. Hoje é questão de consciência (e ai sim, cada um tem a sua).
Embora, no caso de uma instituição financeira, como já está normatizada, é questão de ilicitude sim, e não de achismo ou mágica. Hoje qualquer banco é obrigado a avaliar dinheiro em operações suspeitas, e por coincidência quem faz isso é o jurídico do banco. Simplesmente olha documentação do cliente (imposto normalmente) e permite ou não fazer operação (Exemplo de remessa para exterior ou entrada de dinheiro). A partir da LEI tornou se obrigatório a Instituição financeira fazer uma checagem muito básica e isso não tem nada a ver com investigação. Portanto, não se trata de "achismo" quando tem norma ou lei. É é isso que do meu ponto de vista faltou. Nada a ver com investigação. Simples verificação, ainda mais quando tem indício. E esses casos são bem claro. O cara pego com 50milhões e ganha 30mil por mês, se for herdeiro estará no IR, se for larápio estará escrito na água... e ai vai do nosso papel no mundo, fechar os olhos e receber uma polpuda grana, ou simplesmente deixar para outro fazer isso, que vai aparecer. Mas é para isso que tem que ter a LEI. Para quem quer ganhar, tem que se arrisca...
Também não sou daqueles que acha que existe o "tal direito a defesa"... isso não é direito, é privilégio, pois no geral, todos tem direito, mas poucos tem o privilégio a ela. Simples assim.
Milton Souza, Mágico
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Comentário · há 6 meses
Prezado Nadir Tarabori,

Concordo, quanto a generalizar, mas um pouco de ética é bom. Se um engenheiro vai construir um prédio para alguém, não fará sem invesitgar minimamente se vai receber. Tampouco um advogado. Agora tanto para o engenheiro como para o advogado, dá para saber se esta havendo lavagem, ou o dinheiro recebido não é compatível com a obra. Quanto ao advogado, receber milhões de um politico ou traficante, que não tem como comprovar a origem do pagamento, me desculpa, o advogado que faz isso é minimamente convivente (para não falar o resto). Ainda, pega um caso para provar que o sujeito não meteu a mão no dinheiro do povo, tem 50 milhões na conta e ganha 30mil por mês, é ruim de matemática e nota zero em ética.
Já o médico, se for algo urgente, nem tem que questionar se vai receber, a profissão o obriga a atender e depois ver o que faz. Agora, basta pegar a Lava Jato que esta claro que uma série de advogados encheu as burras sabendo que o dinheiro era roubado. Hoje é legal (e não deveria ser), mas hoje é imoral. Não estou generalizando, porque a quantidade de advogados que tomou o porre, dá para contar no dedo, e a quantidade de advogados existentes é infinitamente maior.
Nessa linha é que o Moro deixou algo passar batido... E esse critério existe para instituição financeira que é feita para "ganhar dinheiro", porque é questão de estar previsto na lei. Então, deveria estar previsto para advogado, engenheiros, comerciantes, e por ai vai....
O advogado é importante para a justiça como um engenheiro para uma obra ou um médico para operar uma pessoa. Isso não é questionável. Pura e simplesmente, o critério da condição financeira efetiva nada mais é o do acontece com um cidadão comum, não tem como pagar (ou comprovar) vai para o ralo da justiça gratuita. Acho que até a título de comparação, talvez defendesse o Adolf Hitler na justiça mas não o faria para o Sérgio Cabral, pelo menos, não cobrando milhões, talvez como um caso simples, que faria um par de recursos e deixaria ele se virar..

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